segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Um problema (de) mente

O meu problema, o teu problema, o problema de todos nós é da mente.
«Mente sã num corpo sã», já me dizia o meu professor de História do 7º ano; «Carpe Diem», a minha professora de Filosofia do 11º.
Todos sabem alguma coisa. Todos têm solução para o meu, o teu, o nosso problema. Mas poucas vezes se arranja as soluções, por que estas... estas vêm sempre de dentro, de nós mesmos. Mesmo a decisão mais insignificante, a solução menos difícil, vem sempre da nossa cabeça, da nossa mente.

O problema reside no que a nossa mente quer, no que o nosso corpo pede e no que a nossa vida precisa.

Hoje, sinto-me bem distante da pessoa que era há um ano atrás. Tinha menos 10kg. Esses quilos a mais, tornaram-se tonoladas na minha mente. É um escalar de desapontamentos, desilusões, fracassos a que me associo, a que creio os outros pensarem de mim pois fora um exemplo a seguir e agora sou mais uma nas estatísticas daqueles que tentam voltar ao passado por processos milagrosos, mesmo sabendo que ando a gastar tempo, dinheiro e disposição nesses produtos. Sei de tudo isso muito bem, e sei o que me falta, mas também sei que me falta força de vontade, força da mente em prosseguir, em continuar e não parar naquela perda de só 32kg.

Não confundamos as coisas!! Eu não quero perder mais peso para ser mais giraça e tal. Quero porque a minha saúde precisa; quero porque me sentirei mais merecedora (do que quer que seja); quero porque chamarei mais atenção pelo feito e, serei mais reconhecida e apreciada. No fundo, é uma questão de sentirmo-nos amados. É uma questão de mente.

E, então, tentamos um pouco de tudo e ontem vi isso. Não é meu, mas até me revejo em muito do que queria conseguir ser. Ajudou-me a pensar que não sou um caso perdido, só um caso depressivo.





= Positive Thinking =

Fiquem bem,
Karó

sábado, 30 de outubro de 2010

O que precisamos

Todos nós precisamos de algo. E não falo de dinheiro. Este, com ou sem austeridades, estamos sempre a precisar dele e ele a ir e a vir.
Não! Não é disso que falo. Falo do que realmente precisamos e sempre nos falta! 

Temos sempre em falta uma dose de carinho, uma dose de atenção; de amor, de compaixão, de compreensão, de amizade, de entendimento, de sensatez, de apreciação, de valorização, de ajuda, de... nos sentirmos vivos e apreciados por nós mesmos. Bendito Crash!

A necessidade é tanta que nem sentimos que a temos em falta, pois a sua falta é já tão constante que já não damos pela sua necessidade. Já só sabemos nos queixar, mas sentir o que deveras deveríamos sentir... já não.
Tenho à minha volta palavras ditas, que andam à solta, em órbita à minha mente que me perseguem todos os dia e todos os dias me lembro que alguém está em falta para comigo, com um pouco de amor ou de carinho ou até de um beijo, ou de uma carícia, simplesmente.
Todos os dias me lembro que estou em falta com alguém, com uma palavra não dita, uma visista não feita, um toque não tocado, um gesto não feito. Todos os dias nos falta algo, algo que hoje, em particular, me falta em muito!

Se alguém me estender a mão, vou duvidar. Se alguém me elogiar, não vou acreditar. Se alguém me disser algo, não farei caso. Estou mecanicamente auto-instruída para não sofrer e, no entanto, sofro. Eduquei-me pessimamente! Continuo a não ser robótica e continuo a sentir. Se nao sentisse, não estaria aqui, agora, a libertar um pedaço do meu coração que vive angustiado. E sei que está angustiado, por que já vivi sem esta angústia.

Se não soubesse, saberia que o que sinto é dor contínua e que só passa quando voltar a acreditar que não sou mais do um tapa buracos na vida de algumas pessoas? Uma desilusão, para outras? Um fracasso, nas minhas tentativas de io-io? Saberia eu que há vida para além dessa dor e que vale a pena tentar lutar?

Mas estas são palavras de um momento depressivo. São palavras de uma pessoa que diz o que deve ser dito, o que acha que é importante dizer, o que acha que os outros necessitam de ouvir e, todavia, lá se vão todas as palavras aqui ditas quando o sujeito sou eu, a mensagem é minha e o receptor o outro eu.

Não sei o que pensar quando penso em mim.
Minha mente é um campo,
campo de batalha contra si própria.
Meu corpo o campo,
campo de ensaios da experiência
da minha vida
em permante espreita
do fracassado momento.
Sou o reflexo do meu passado,
dúbio, estranho, normal.
Sou o projecto do corpo
para alojar o corpo do meu futuro,
futuro que não virá
de mim, para mim,
para de mim se lembrarem.
Sou a imagem borrada
de um quadro lindo
que os meus artistas
Um dia tentaram pintar.

                                                  
                                                 = Crash =

domingo, 26 de setembro de 2010

Thank you to those who broke my heart

Parece sadomasoquismo, mas não é. Poucas pessoas até hoje percebem o que digo quando digo que o sofrer é bom. Brota emoções que nunca visto! Especialmente para quem escreve, como eu.

Não gosto de sofrer. Ninguém gosta. Não é isso! Mas o que sofri até hoje, fizeram da minha mente e do meu coração o que eu hoje sou. E, se quem e quem me conhece gosta de mim, então "gostam por tabela" do meu sofrimento. Não, não estou doida. Passei a compreender melhor as coisas, a ver melhor as minhas dores quando percebi finalmente isso. Se poderia ter tido a hipótese de escolher não sofrer, escolheria? Claro! Não sou sado. Mas sei que seria uma pessoa diferente. Aqui não há "ses"

Não sou muito fã da Margarida Rebelo Pinto... tem dias... mas concordo quando diz que Não Há Coincidências. Ouvi sexta passada, num programa da radio um grupo de mulheres, uma delas a Rita Ferro, e comentavam na altura uma frase de um ouvinte, creio. " Coincidências são sussurros de Deus." Ora bem. Desde este dia, tenho ouvido muitos sussurros. Eu e outras Karamelas...

Enfim, isto para dizer que pensava que era quase única a sentir-me assim, mas lá me vem mais um sussuro e eis que...

= MELODY GARDOT =

Deus, como canta essa mulher!
Deus, como a compreendo!!!!!!!!!!

Espero que gostem!

Muitos bjs
Karó

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Pensamentos falados e muito Karamélicos... 6

Sexta-feira... 24/09/2010... 12:33...


Ilda diz:



"As pulgas estão evoluidas!!!
 Já são toxicodependentes!!!!!
 Snifam Fronteline que é uma coisa louca!!!!!
 Morre uma ou outra, mas há sempre aquelas pulgas mais resistentes!!!"





Bem................... hummmmmmmm.................. Penso que era da fome!!!!!!!!

Lololol...........

Bjs a todos!
***

domingo, 12 de setembro de 2010

Acabaram as férias.....

É trágico sim senhor...

Acabaram-se mesmo as férias...

Agora é tempo de voltar....

Bora lá!!!!

Bjs

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Pensamentos falados e mt Karamélikos... 5

Esta não podia deixar de partilhar!!!
Dicas de uma sexóloga sarcástica, respondendo às perguntas dos ouvintes:

 1 - Tenho 20 anos e sou virgem porque gostaria que a 1ª vez fosse com um namorado fixo. O que devo fazer?
R: A minha 1ª vez também foi com um namorado fixo. Amarrei-o na cama.

2 - O que fazer para surpreender meu marido que é meio tímido?
R: Apareça com um amante.

3 - Tenho um amigo que quer fazer sexo comigo, mas ele tem um pénis de 20cm. Acho que vai ser doloroso, o que faço?
R: Mande pra cá que eu testo por si.

4 - Como faço para seduzir o rapaz que eu amo?
R: Tire a roupa! Se ele não a agarrar, esqueça que é gay.

5 - Terminei com meu ex porque ele é muito abutre e agora estou com outro. Mas ainda gosto do meu ex e às vezes ainda estou com ele! O que devo fazer?
R: Quem é mesmo abutre nesta história?

6 - Quero saber como enlouquecer meu namorado só nos preliminares.
R: Diga baixinho no ouvido dele: " o período está atrasado.."

 
7 - Sou feia, pobre e chata. O que devo fazer para alguém gostar de mim?
R: Ficar bonita, rica e ser divertida, obviamente.

8 - O rapaz com quem tenho saído é muito divertido, mas está a dar sinais de ser alcoólico. O que faço?
R: Não o deixe conduzir.

9 - Porque é que, na hora do sexo, quando estamos no vai e vem, na hora em que o corpo entra em atrito e faz aquele barulho de quem está a bater palmas, nós ficamos mais excitados?
R: É porque parece que tem uma claque, percebe? Da próxima vez grite pra malta.

 
10 - Apesar do meu tamanho, tenho apenas 15 anos, não tenho uma cara propriamente linda. O que devo fazer para conseguir comer umas gatas?
R. Nesta idade você tem de comer Chocapic, entende?

 
11 - Sou virgem e aconteceu, pela primeira vez fazer sexo oral. Acabei por engolir o esperma e quero saber se corro o risco de ficar grávida. Estou desesperada!
R: Claro que corre o risco de ficar grávida. E a criança vai sair pelo seu ouvido.

12 - A primeira vez dói? Tenho 21 anos e ainda sou virgem porque tenho medo que doa e não aguentar.
R: Dói tanto que você vai ficar em coma e NUNCA mais se vai levantar. Veja se deixa de ser fresca, e dê de uma vez, ó Cinderela!

13- Posso tomar anticoncepcional com diarréia?
R: Eu tomo com água, mas a opção é sua. Espero que use um copo descartável.

lolololol  :)
 
Bjs ***

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Então, o que sentimos?

Já sabem que tou por casa...
Isso dá azo a que veja mais TV do que alguma vez vi na vida. E, tá a passar na RTP2 um programa (que não faço a mínima de qual seja) onde só aparecem pessoas de todo o mundo, a dar a sua opinião sobre o conceito de família.

Lembrei-me de postar aqui o que uma senhora australiana disse. Falava sobre a culpa que sentia por o pai ter saído de casa, culpa esta que o próprio pai lhe atribuiu e lhe disse. Como conclusão, ela diz que a família causa felicidade e infilicidade mesmo quando (e isto é que fez clic!) amamos uma pessoa e não gostámos dessa pessoa. UAUH!!!

O conceito de amar uma pessoa e não gostar dela, faz sentido.
Dá sentido ao sentimento de respeito e de culpa.
Dá sentido ao sentirmos um peso que não sabemos bem porquê.
Dá sentido ao apertar de peito quando não o sabemos explicar.
Dá sentido ao libertar que não lhe conseguimos dar nome.

Amar uma pessoa e não gostar dela, faz sentido!
Não gostar da pessoa que ele ou ela é, por aquilo que faz ou deixa de fazer, mas amamo-la porque é nossa família, pai, mãe, irmã,... Já vos aconteceu, decerto!

E se não tivermos família? Também há quem opine sobre isso. O programa é http://www.6billionothers.org/  Vale a pena ver!!!

Mts bjs
Karó